Boletim quinzenal do NEWGroup – edição de 14 de março de 2014

a nova economia, hoje                                              

O que você faria com 26,7 bilhões de dólares?

Acesse aqui o post completo.

Anúncios

A economia dual. Um outro mundo já existe e se expande – parte 2.

A sociedade civil, apoiada na força da expansão da economia dual, vai, ao longo do tempo, pressionando e criando os mecanismos para que se reformulem ou sejam substituídas as instituições de todos os tipos, governamentais ou não, deixando estas de ser o que são hoje, em sua maioria, instrumentos do sistema econômico de mercado.”

A economia dual – Parte 2.

Como vimos, o trabalho doado assume, hoje, uma dimensão equivalente ao remunerado e com uma tendência de forte expansão relativa. Isto faz com que a economia dual, que dele deriva, tenda a ser a força principal na orientação das relações econômicas e sociais.

Convém, neste ponto, detalhar um pouco mais uma das figuras apresentadas na parte 1, agora incluindo os principais fatores envolvidos em cada tipo de economia e os tipos de bens e serviços que cada uma gera, o que é mostrado na figura 1 abaixo, complementada por explicações apresentadas logo a seguir.

Retrato atual

Figura 1 – Retrato atual

Acesse aqui o post completo.

A dimensão e possibilidades do trabalho doado – o caso brasileiro.


“Afinal, quem trabalha de fato, os milhões de manifestantes por todo o Brasil, gratuitamente, ou os políticos em Brasília, remunerados?”

Movimento Acorda Brasil

Movimento Acorda Brasil

Trabalho doado no Brasil.

Um belo artigo “O impacto do voluntariado de Bernardo Kliksberg, diretor do BID, publicado há dez anos, já chamava a atenção para o trabalho voluntário e suas ocorrências na América do Sul. Cita exemplos concretos que impressionam pela capacidade de solidariedade inata ao ser humano: “Em meio à gravíssima crise argentina, Margarida Barrientos, que vive numa favela e tem 12 filhos, criou um restaurante popular que alimenta diariamente 1.600 crianças”. “Em São Paulo, há o restaurante popular Tem Yad (“estender a mão”) fundado pelo rabino David Witman, que fornece almoço a mais de 300 pessoas diariamente, com dezenas de voluntários”.

Acesse aqui o post completo.

O que é e os bons e maus usos do setor sem fins lucrativos.

A pesquisa … concluiu por sete valores-chave (do setor): engrandecimento humano, expressão de valores humanos centrais, oportunidade de aprendizado e crescimento, preservação da cultura e das tradições, promoção da criatividade, serem eficazes no que fazem e incentivar o desenvolvimento intelectual, científico, cultural e espiritual.”

Vídeo de apresentação da Ashoka Brasil – pioneira no empreendedorismo social

O setor sem fins lucrativos.

Vale tudo neste setor, ONGs, OSCIPs, associações, fundações, partidos políticos e qualquer outro tipo de organização que se intitule sem fins lucrativos. As motivações vão desde os benefícios fiscais até a promoção pessoal. Mas, é claro, um segmento importante do setor busca realmente ser o braço organizado da sociedade civil.

Acesse aqui o post completo.

O trabalho não remunerado. Os muitos e importantes bens e serviços que dele dependem – parte 2.

Somente bem mais recentemente, com o modo de produção capitalista, é que o trabalho remunerado se impôs como relação dominante na produção dos bens e serviços seja para consumo seja para investimento.”

Trabalho não remunerado – Parte 2.

Soa como uma contradição, tal a crença que se formou que trabalho e remuneração andam juntos.

Mas não. Basta relembrar que outros tipos além do remunerado ocorreram com maior ou menor intensidade ao longo da história, dentre eles o trabalhos isolado, cooperativo, coletivo, não remunerado, escravo e feudal. Uma ou mais destas formas de trabalho e de sua apropriação parcial ou total por terceiros foram dominantes em cada época. Algumas, se mantém até hoje.

Acesse aqui o post completo.

O trabalho não remunerado. Os muitos e importantes bens e serviços que dele dependem – parte 1.

Apesar das evidências, pode-se imaginar um certo irrealismo ao crer que seja possível existir trabalho não remunerado, tal o peso da crença que se cristalizou de que o que motiva o ser humano é o ganho material e o que o obriga a trabalhar é a necessidade de sobrevivência.”

Trabalho não remunerado – Parte 1.

As dúvidas que enumerei no último post serão respondidas ao longo dos próximos posts e também em post específico ao final daqueles, consolidando as respostas.

Bem, como dito no penúltimo post, o trabalho doado ou não remunerado por decisão própria é a base da economia dual à de mercado e está em expansão ao contrário do trabalho remunerado que declina.

O trabalho não remunerado sempre existiu, e de forma expressiva. A produção de bens e serviços para o consumo familiar, o serviço doméstico, o estudo, treinamento e aprimoramento formais e informais, uma parte substancial da criação artística e científica, a atividade altruísta e a participação quando não remunerada e compulsória em guerras, conquistas, lutas sociais e de reconstrução após catástrofes e guerras são historicamente os exemplos mais interessantes. É a sua presença que, em boa parte, explica o surgimento e o progresso das civilizações.

Mais recentemente, a ação voluntária e a produção de informação digital destacaram-se e tornaram ainda maior e crescente a importância do trabalho não remunerado.

Acesse aqui o post completo.

Dúvidas.

O post desta semana é dedicado a instigar o leitor a analisar e comentar alguns dos aspectos da economia dual apresentados no último. Faço isto através de perguntas:

  •  A economia dual se opõe e pretende substituir a economia de mercado?
  • Existe um espaço comum entre os dois tipos de atividade produtiva?
  • Será, realmente, que alguém doa trabalho em uma fábrica, num escritório, no campo?
  • Acesse aqui o post completo.

A economia dual. Um outro mundo já existe e se expande – parte 1.

Antes de mais nada vem a pergunta: será mesmo importante o trabalho exercido sem fins remunerativos? Muito. Muito mais do que se possa imaginar à primeira vista.”

Figura 1

Figura 1

A economia dual – Parte 1.

Nem o mais insensível daqueles que possuem a famosa “voracidade animal” ou dos que pensam em seu favor consegue negar que o que gera valor é o trabalho humano. Curiosamente, apenas uma parcela deste trabalho é considerada, o que me levou a afirmar, no último post que reconhecer a importância crescente do trabalho sem fins remunerativos sugeria a existência de dois mundos, o da troca no mercado e o da doação, esquematicamente representados na figura 1, acima.

Acesse aqui o post completo.

%d blogueiros gostam disto: