A verdadeira razão da “renúncia” de Bob Massie e a crise no movimento da Nova Economia

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A falta de transparência na notícia da “renúncia” é triste. Até agora não se sabem os reais motivos, apesar de ser bastante fácil deduzi-los. É como se não revelar a própria fraqueza e dificuldades as tornassem inexistentes.”

Bob Massie, 2º a partir da esquerda no debate entre democratas.

Parte 1.

Antes de continuar a análise da radical redução da jornada de trabalho, proposta que, aliás, está se tornando, ainda em variados graus, cada vez mais difundida e aceita, o que se comprova por recentes entrevistas de personalidades do “establishment”, dentre elas, uma concedida pelo presidente do Google, Larry Page e outra pelo mexicano Carlos Slim, dono de um dos maiores conglomerados do mundo, vou dedicar os próximos posts a alguns fatos e assuntos recentes e de especial interesse para a Nova Economia.

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A dimensão e possibilidades do trabalho doado – o caso brasileiro.


“Afinal, quem trabalha de fato, os milhões de manifestantes por todo o Brasil, gratuitamente, ou os políticos em Brasília, remunerados?”

Movimento Acorda Brasil

Movimento Acorda Brasil

Trabalho doado no Brasil.

Um belo artigo “O impacto do voluntariado de Bernardo Kliksberg, diretor do BID, publicado há dez anos, já chamava a atenção para o trabalho voluntário e suas ocorrências na América do Sul. Cita exemplos concretos que impressionam pela capacidade de solidariedade inata ao ser humano: “Em meio à gravíssima crise argentina, Margarida Barrientos, que vive numa favela e tem 12 filhos, criou um restaurante popular que alimenta diariamente 1.600 crianças”. “Em São Paulo, há o restaurante popular Tem Yad (“estender a mão”) fundado pelo rabino David Witman, que fornece almoço a mais de 300 pessoas diariamente, com dezenas de voluntários”.

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O que é e os bons e maus usos do setor sem fins lucrativos.

A pesquisa … concluiu por sete valores-chave (do setor): engrandecimento humano, expressão de valores humanos centrais, oportunidade de aprendizado e crescimento, preservação da cultura e das tradições, promoção da criatividade, serem eficazes no que fazem e incentivar o desenvolvimento intelectual, científico, cultural e espiritual.”

Vídeo de apresentação da Ashoka Brasil – pioneira no empreendedorismo social

O setor sem fins lucrativos.

Vale tudo neste setor, ONGs, OSCIPs, associações, fundações, partidos políticos e qualquer outro tipo de organização que se intitule sem fins lucrativos. As motivações vão desde os benefícios fiscais até a promoção pessoal. Mas, é claro, um segmento importante do setor busca realmente ser o braço organizado da sociedade civil.

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Dúvidas.

O post desta semana é dedicado a instigar o leitor a analisar e comentar alguns dos aspectos da economia dual apresentados no último. Faço isto através de perguntas:

  •  A economia dual se opõe e pretende substituir a economia de mercado?
  • Existe um espaço comum entre os dois tipos de atividade produtiva?
  • Será, realmente, que alguém doa trabalho em uma fábrica, num escritório, no campo?
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A economia dual. Um outro mundo já existe e se expande – parte 1.

Antes de mais nada vem a pergunta: será mesmo importante o trabalho exercido sem fins remunerativos? Muito. Muito mais do que se possa imaginar à primeira vista.”

Figura 1

Figura 1

A economia dual – Parte 1.

Nem o mais insensível daqueles que possuem a famosa “voracidade animal” ou dos que pensam em seu favor consegue negar que o que gera valor é o trabalho humano. Curiosamente, apenas uma parcela deste trabalho é considerada, o que me levou a afirmar, no último post que reconhecer a importância crescente do trabalho sem fins remunerativos sugeria a existência de dois mundos, o da troca no mercado e o da doação, esquematicamente representados na figura 1, acima.

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