E a mãe terra, aceitará o recente plano de descarbonização dos EUA e China?

(Participe da pesquisa de opinião sobre este post, logo em seguida a ele.)

“Os economistas tradicionais chamam tais impactos negativos de externalidades, forma confortável de retirar a responsabilidade do que é produzido pelos malefícios que gera.”

Externalidades – 1

O recente acordo entre os EUA e a China definindo limites a serem alcançados até 2030 e diretrizes para a descarbonização faz parecer que o sistema econômico atual é perfeitamente capaz de funcionar num novo ambiente e que está-se, no fundo, é abrindo novas oportunidades de expansão capitalista durante a transição para o uso de energias renováveis.

No embalo, reafirma-se ainda mais a convicção de que que a questão social poderá, mais do que nunca, ser equacionada pelo crescimento econômico.

E, um melhor padrão de vida é tudo o que se precisa para o bem estar, até porque a ideia de que é preciso trabalhar muito para “vencer” na vida é amplamente aceita e até mesmo desejada.

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Boletim quinzenal do NEWGroup – Grupo de Trabalho sobre a Nova Economia

Este blog começa hoje a publicar regularmente  a versão em português dos boletins do NEWGroup sem prejuízo dos posts que são publicados às quartas-feiras conforme a programação para o ano. Acredito que a publicação pode trazer, dentre outros, dois grandes benefícios. Um, o das matérias em si, que são de ótima qualidade e pertinência. O outro, a percepção do esforço que vem sendo feito em prol da Nova Economia nos EUA pelos mais variados grupos e formas.

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Mais médicos, menos saúde. Antes de tudo, água corrente e esgoto em 100% das casas.

“Tratar o cocô não dá voto. As obras são subterrâneas e o objeto considerado abjeto”.

Mais médicos, menos saúde.

Comunidade Vila Dique (RS) – 62,7% das doenças entre os moradores estão ligadas a falta de saneamento básico.

No recente artigo “É hora de falar de saneamento“, Ana Paula Barcellos, mesmo num tom excessivamente cauteloso, faz perguntas e afirmativas que vão ao centro da questão (em azul, meu comentário, abaixo de cada item):

Mais médicos e remédios seriam os meios para superar os principais desafios de saúde no Brasil?
– Como se verá mais adiante, o principal problema de saúde pública resulta da falta de saneamento. A autora ressalta, com base em estudo da OMS, que cada dólar gasto com saneamento poupa quatro dólares com gastos em saúde.

O que torna um problema de saúde mais importante que outros? Doenças que afetam mais pessoas devem ter prioridade ou o cuidado de determinados grupos (crianças ou pessoas de baixa renda)?

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Degelo do Ártico abre a exploração de carvão, gás natural, petróleo, cobre, cobalto, níquel e rotas marítimas.

“Derretimento recorde do Pólio Norte assusta cientistas, ameaça o clima do planeta e acirra a corrida de empresas e governos por recursos que não podiam ser explorados até agora. Aquecimento global vira um bom negócio”. Agostinho Vieira.

Saque no Ártico.

Com um dramático paralelo com o saque de um caminhão lotado de produtos, Agostinho Vieira faz em artigo “Mudança$ climática$” publicado na Coluna Economia Verde de O globo de 25 de setembro último um alerta para o que está acontecendo, em escala muito maior, é claro, no Ártico.

Nas palavras do autor:

Nas últimas semanas, especialistas do mundo todo vêm alertando para o nível cada vez mais crítico de degelo na região. Imagens de satélite do Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (NSIDC) dos EUA revelaram que no último dia 16 de setembro a camada de gelo ficou com 3,42 milhões de Km2, a menor extensão desde que começou a ser medida, em 1979. O que representa um nível de declínio no gelo marinho de 13% a cada década. Até 2000, a velocidade de redução era de 6%.

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