A marcha à ré da “civilização do automóvel”

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“Ao contrário do que diz, há crise no setor, sim, e estrutural. “A civilização do automóvel” tem cada vez menos espaço e não será o carro elétrico ou outra fonte “limpa” que reabrirá suas portas.”

1.050 metros do elevado da perimetral demolidos, parte da revitalização do porto do Rio de Janeiro. Foto: Beth Santos – AFP.

Continuo hoje a série sobre a decisiva questão da jornada de trabalho, detalhando-a um pouco mais sob a ótica do setor automobilístico.

O artigo de Míriam Leitão, “Ponto morto”, do último dia 3 ajuda a ilustrar a situação, mesmo que sob a ótica invertida de privilegiar o crescimento econômico independentemente de sua qualidade. Diz ela:

Não há uma crise no setor automobilístico. Aconteceu o previsto. A redução de impostos provocou antecipação de compras e agora as montadoras estão tendo um ano mais fraco. Além disso, a queda é principalmente nas exportações.

Acesse aqui o post completo.

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