A Petrobras, o pré-sal e o tiro no pé.

“O fato é que o pré-sal tem fracassado e, de certa forma, contribuiu para que o Brasil passe pela maior recessão de sua história. O sonho do Eldorado que forneceria recursos para a educação, a saúde e os municípios virou pesadelo. Em vez de industrialização liderada pelos combustíveis fósseis, temos uma grande desindustrialização do país e aumento das taxas de desemprego.” José Eustáquio Diniz Alves.

Alguns dos recentes “estrategistas” da Petrobras.

Em 2006 ocorreu a descoberta de petróleo no pré-sal brasileiro. De “olho grande” cada vez maior à medida que novas descobertas aconteciam os “estrategistas” brasileiros seguraram a partir de 2008 novas licitações pelo regime de concessão para que um novo modelo voltado para os “interesses nacionais” fosse implantado.

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A natureza não pode ser precificada, avaliada, monetizada ou financializada.

“… Nós estamos testemunhando a morte tanto da teoria quanto da prática do capitalismo neoliberal. Esta é a doutrina que afirma que o mercado pode resolver quase todos os problemas sociais, econômicos e políticos.”

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O Ministro do Meio Ambiente peruano encerra as negociações do COP-20 em Lima.

Externalidades – 4.

Encerro hoje a série sobre a internalização de externalidades com uma relação comentada de alguns artigos e notícias que ajudam a ampliar a compreensão de tema aparentemente complexo mas que na verdade é quase autoevidente, além, é claro, de ser aplicação essencial para a transição para uma Nova Economia.

Antes, retorno à pergunta feita no 1º post: Será que o recente acordo entre os EUA e a China definindo limites a serem alcançados até 2030 e diretrizes para a descarbonização atende aos objetivos de redução da desigualdade, preservação ambiental e bem estar?

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Marina erra, de novo.

“A rede, iniciativa fabulosa, perde sua legitimidade ao atuar como partido político.”

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Arthur Cecil Pigou

Externalidades -2.

E não é que na última semana Marina Silva anunciou que a Rede Sustentabilidade pretende transformar-se em partido até março do ano que vem. E, como acha que não pode deixar de estar atrelada a um partido, na mesma entrevista informa que deixará o PSB na mesma data.

Será possível que voltará a insistir em criar mais um partido? Talvez, para concorrer nas próximas eleições de prefeitos e vereadores, abocanhar verbas e inevitavelmente fazer concessões para evitar o “mal maior”. Contudo, como não tem vocação para esse papel menor, a rede, iniciativa fabulosa, perde sua legitimidade ao atuar como partido político.

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Boletim quinzenal do NEWGroup – edição de 9 de maio de 2014

a nova economia, hoje                                                                              

É preciso sustar a crise climática e a desigualdade

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Degelo do Ártico abre a exploração de carvão, gás natural, petróleo, cobre, cobalto, níquel e rotas marítimas.

“Derretimento recorde do Pólio Norte assusta cientistas, ameaça o clima do planeta e acirra a corrida de empresas e governos por recursos que não podiam ser explorados até agora. Aquecimento global vira um bom negócio”. Agostinho Vieira.

Saque no Ártico.

Com um dramático paralelo com o saque de um caminhão lotado de produtos, Agostinho Vieira faz em artigo “Mudança$ climática$” publicado na Coluna Economia Verde de O globo de 25 de setembro último um alerta para o que está acontecendo, em escala muito maior, é claro, no Ártico.

Nas palavras do autor:

Nas últimas semanas, especialistas do mundo todo vêm alertando para o nível cada vez mais crítico de degelo na região. Imagens de satélite do Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (NSIDC) dos EUA revelaram que no último dia 16 de setembro a camada de gelo ficou com 3,42 milhões de Km2, a menor extensão desde que começou a ser medida, em 1979. O que representa um nível de declínio no gelo marinho de 13% a cada década. Até 2000, a velocidade de redução era de 6%.

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