Qual, a seu ver, o pior efeito do sistema de tributação do Brasil?

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Marina erra, de novo.

“A rede, iniciativa fabulosa, perde sua legitimidade ao atuar como partido político.”

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Arthur Cecil Pigou

Externalidades -2.

E não é que na última semana Marina Silva anunciou que a Rede Sustentabilidade pretende transformar-se em partido até março do ano que vem. E, como acha que não pode deixar de estar atrelada a um partido, na mesma entrevista informa que deixará o PSB na mesma data.

Será possível que voltará a insistir em criar mais um partido? Talvez, para concorrer nas próximas eleições de prefeitos e vereadores, abocanhar verbas e inevitavelmente fazer concessões para evitar o “mal maior”. Contudo, como não tem vocação para esse papel menor, a rede, iniciativa fabulosa, perde sua legitimidade ao atuar como partido político.

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Será realista imaginar uma taxa do carbono que não seja apropriada pelos governos?

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E a mãe terra, aceitará o recente plano de descarbonização dos EUA e China?

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“Os economistas tradicionais chamam tais impactos negativos de externalidades, forma confortável de retirar a responsabilidade do que é produzido pelos malefícios que gera.”

Externalidades – 1

O recente acordo entre os EUA e a China definindo limites a serem alcançados até 2030 e diretrizes para a descarbonização faz parecer que o sistema econômico atual é perfeitamente capaz de funcionar num novo ambiente e que está-se, no fundo, é abrindo novas oportunidades de expansão capitalista durante a transição para o uso de energias renováveis.

No embalo, reafirma-se ainda mais a convicção de que que a questão social poderá, mais do que nunca, ser equacionada pelo crescimento econômico.

E, um melhor padrão de vida é tudo o que se precisa para o bem estar, até porque a ideia de que é preciso trabalhar muito para “vencer” na vida é amplamente aceita e até mesmo desejada.

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Qual sua opinião sobre o recente acordo para que o ápice das emissões de Co2 chinesas ocorra até 2030 e haja uma redução nos EUA entre 26 e 28% até 2025 com base em 2005?

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Como você acha que as pessoas aproveitariam um maior tempo livre?

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Objeções a uma semana de trabalho de 21 horas.

Mais tempo livre permite ao ser humano ter uma vida mais plena dando vazão ao seu potencial criativo e atendendo aos seus e à sua comunidade.”

 

É claro que a reação à redução radical da jornada é enorme, certamente pela percepção dos que controlam e se beneficiam do sistema econômico vigente de que sua implementação força a mudança, desfavorável para eles, na direção de uma sociedade, como previu Keynes, com jornadas de 15 horas semanais e voltada para o bem estar.

Isto faz com que uma medida óbvia seja alvo de um sem número de objeções buscando impedi-la e com isto eliminar o risco de perdas. Mesmo sabendo disto e com a argumentação já apresentada nos posts anteriores, encerro esta série, rebatendo, a seguir, o que considero serem as 10 principais objeções.

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Apesar de óbvias, as grandes mudanças são muito difíceis de ocorrer. Na sua opinião, por que?

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Benefícios da redução da jornada de trabalho.

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Você já se perguntou por que está tão ocupado, onde passa o seu tempo, ou o quanto o seu tempo realmente vale?”

 Antes de apresentar, no próximo post, as respostas às principais objeções à redução da jornada de trabalho, relaciono e comento hoje alguns artigos e notícias que reforçam os benefícios, sob novas, e as vezes controversas, óticas, desta mudança inevitável.

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O que aconteceria se adotada a semana de 21 horas de trabalho no Brasil?

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“6% dos ocupados trabalham até 14 horas por semana, 20%, de 15 a 39 horas, 43% de 40 a 44 horas, 15% de 45 a 48 horas e 16% trabalham 49 horas ou mais.”

Trabalho feliz (no caso, voluntário)

Com o post de hoje e os dois que se seguirão encerro a série sobre a redução radical da jornada de trabalho. No da próxima semana relaciono e comento alguns artigos e notícias que reforçam os benefícios, sob novas, e, às vezes, controversas óticas, desta mudança inevitável. E no último post respondo às críticas enumeradas no post “As 10 principais objeções à redução da jornada de trabalho para 21 horas semanais” e que serve também como um resumo dos posts anteriores da série.

Hoje o desafio é mostrar que a redução é factível mesmo para um país com carências básicas por parte da imensa maioria de sua população. Para chegar lá é preciso um retrato do mercado de trabalho.

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É possível ocorrer uma redução radical da jornada no sistema capitalista?

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4 anos.

O tempo passa. Este blog completa 4 anos de existência no próximo dia 20. Tem valido a pena o esforço de divulgar notícias, ideias e textos sobre a Nova Economia. Já está chegando na marca de 70 mil acessos além de inúmeros comentários, contribuições e contatos.
E, como não sou de ferro, uma pequena pausa antes de concluir a série sobre a radical redução da jornada de trabalho, proposta que, como mencionei anteriormente, está se tornando, ainda em variados graus, cada vez mais difundida e aceita, o que se comprova por recentes entrevistas de personalidades do “establishment”, dentre elas, uma concedida pelo presidente do Google, Larry Page e outra pelo mexicano Carlos Slim, dono de um dos maiores conglomerados do mundo. E, logo em seguida, detalhar a 2ª das medidas que têm, a meu ver, a capacidade de aglutinar os interesses e motivar a mobilização de ampla maioria da população e que levam, inevitavelmente, à uma Nova Economia: a internalização dos custos ambientais e sociais.
Retomarei a publicação de posts na quarta-feira, 5 de novembro. Os comentários, neste período, continuarão a ser liberados e respondidos tão logo recebidos. E as notícias, atualizadas.
Aproveito para informar que ainda aguardo, conforme combinado, a aprovação pelo Institute for Policy Studies da menção e link para a versão em português no boletim quinzenal do NEWGroup, razão pela qual não tenho publicado o boletim. Apenas 2 foram, até agora, publicados neste 2º semestre. Liberarei a versão destes em português assim que o acordo for confirmado.

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Classes sociais e o movimento por uma Nova Economia.

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Destas mudanças, a que maior impacto causou, a meu ver, é a televisão. Ao levar informação à imensa maioria da população, acelerou a subversão das antigas rígidas fronteiras ideológicas…”

Família de Pernambuco em frente à TV

A tendência contínua de expansão do mercado consumidor mundial fruto da necessidade de crescimento exponencial do sistema produtivo de mercado na luta pela preservação de sua margens de lucro tem provocado ondas gigantescas de mudança no ambiente social.

E, o mundo de hoje é marcado, claro, por tais mudanças. A afirmação da globalização, a facilidade de comunicação, a rapidez nos transportes e a difusão da informação pelos jornais, radio, TV e internet, todos tendo como base principal a evolução tecnológica, são exemplos evidentes no nosso dia a dia.

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Será possível imaginar conquistas que sejam favoráveis à sociedade como um todo?

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10 razões para repudiar o decreto da participação popular.

(A pesquisa da semana foi substituída por sua opinião na central de comentários sobre qual das razões lhe parece a mais marcante)

Como pôde tal palavrório sem sentido ter sido assinado por uma presidente da República e 3 de seus 39 ministros?”

O círculo da burocracia.

A reação ao post da semana passada foi de, predominantemente, associá-lo ao antipetismo e à negação de conquistas sociais lideradas pelo partido.

É curioso. Tais pessoas tem absoluta convicção de que através do sistema político atual pode-se alcançar a melhoria de vida para amplas camadas da população e ficam cegas para as profundas distorções e consequências nefastas da democracia representativa.

No post em nenhum momento houve a partidarização da questão. Na verdade, ao contrário, manifesta total descrença no sistema político reinante e defende a necessidade imperiosa da sociedade tomar as rédeas de seu próprio destino.

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Participação Social, um decreto abominável. Diga você o quê mais.

A aberração é tamanha que resolvi deixar ao leitor a possibilidade de expressar a sua visão das principais incongruências do decreto através da central de comentários, para, em seguida, na próxima semana, consolidar e complementar as contribuições feitas.”

Veja só, o decreto nº 8.243, de 23 de maio de 2014 foi formulado de cima para baixo e sem participação popular mas, pretende regular a interferência da sociedade no estado.

Esta, de todas, talvez seja uma das menores contradições desta obscura iniciativa que sob o manto do vanguardismo democrático abriga um nefasto ranço populista.

O leitor poderá estranhar o termo “interferência” a que me referi acima, mas é exatamente este o aspecto que mais transparece do texto proposto. Trata-se de uma tentativa do estado “definir” como a sociedade com ele se relaciona, o que, na prática não passa de uma tentativa de limitação e contenção da ação de todos nós.

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Marcha do Povo pelo Clima, neste domingo em Nova Iorque. Previstas mais de 1 milhão de pessoas.

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“É um caso exemplar de mobilização da sociedade para impor-se em relação a um tema claro e decisivo.”

Tenho insistido neste blog sobre a necessidade da sociedade exercer o controle e, mais do que isto, subordinar a si o estado. Pode parecer uma afirmativa um tanto vaga, mas não é. Não é vaga, é possível e enquanto não ocorrer, o sistema de representação jamais cumprirá o seu papel democrático.

Veja só como a Marcha do Povo pelo Clima está sendo organizada. E trata-se de um evento gigantesco. Mais de 1.000 organizações uniram-se para promover a marcha no próximo domingo, abrangendo grupos locais da região de Nova York e de outras comunidades, ONGs internacionais, redes de base, empresas, sindicatos, grupos religiosos, iniciativas visando a preservação ambiental, escolas, ações por justiça social e mais. Veja aqui a lista de organizações participantes.

O objetivo é produzir a maior mobilização de massas já havida sobre o tema e levar os participantes da reunião da ONU sobre o clima, 2 dias depois, a agir decisivamente em prol do planeta.

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A seu ver, a Marcha do Povo pelo Clima pode alcançar seus objetivos?

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O mercado, dizem os especialistas, é essencialmente um instrumento da democracia.

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“Ora, acontece que democracia e capitalismo não andam juntos. Basta lembrar como são geridas as unidades básicas do capitalismo, as suas empresas. O comando e as decisões são simplesmente ditatoriais. Nelas, não há o menor espaço para decisões democraticamente tomadas pelos interessados.”

Parte 3, final, sobre a mão invisível do mercado.

Só faltava esta.

Os especialistas, no caso, são os economistas Gustavo Franco e André Lara Resende, relata Merval Pereira no artigo já referido no último post. As funções do mercado que atingem tão nobre resultado seriam a de transmissor de informações e a de expressar a opinião pública.

Mais uma vez vemos a lógica indireta. O mercado livre produz democracia.

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Os 3 principais candidatos defendem o chamado tripé macroeconômico: responsabilidade fiscal, controle da inflação e flutuação cambial. Estão certos?

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