Os franceses parecem ver o Brasil como o país mais violento do Ocidente, devido, entre outros, ao movimento “não vai ter copa”. E, outros artigos.

(Participe da pesquisa de opinião sobre este post, logo em seguida a ele.)

Nada indica que uma família sem adequada provisão de escola, saúde, cultura, segurança, moradia, água e esgoto saia da pobreza apenas porque pode comprar aproximadamente oito pães por pessoa a cada dia.” (Cristovam Buarque).

Abertura de “Meu pedacinho de chão”, novela exaltada por Diegues em artigo referido abaixo pela originalidade e beleza.

Em destaque.

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Uma Nova Economia ou, então, guetos de excluídos. Uma visão recente dos EUA.

Mantive contato com duas da principais organizações que lutam por uma Nova Economia, a New Economy Coalition e o New Economy Working Group. Ambas, assim como a imensa maioria das organizações do gênero, arrecadam doações de um lado e contratam colaboradores de outro. Ou seja, reproduzem, mesmo sem ter finalidade lucrativa, o modelo de negócios reinante.

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“Encontraram a solução”: uma visão recente dos EUA.

Tesla – fabricado em série e movido somente à eletricidade

A grande mídia e os economistas ortodoxos dizem, ainda com alguma insegurança, que a economia americana está se recuperando da grande recessão. Além de citarem a proverbial capacidade empreendedora americana, três fatores principais impulsionam a convicção.

A liderança tecnológica, em especial a refletida na indústria e serviços ligados aos celulares, tablets e notebooks, estaria sendo responsável por inúmeras iniciativas, em particular as relacionadas a aplicações para tais equipamentos.

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“O olho do furacão”: uma visão recente dos EUA.

Woodbury outlet

No centro das práticas insustentáveis e facilmente observável está o consumismo desenfreado. A febre por carros novos e a ânsia por comida, práticas mencionadas anteriormente, são apenas facetas deste mal maior.

Vá a um dos inúmeros shopping centers, ou, melhor ainda, outlets, nos subúrbios e você verá moradores de origem latina e asiática, principalmente, comprando vorazmente aproveitando os preços “baixos” para terem produtos que passam a ser indispensáveis.

E, nas grandes cidades, massa de consumidores também latinos e asiáticos além dos do próprio EUA ocupando as ruas e lojas na procura pelas melhores ofertas.

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“Huston – temos um problema”: uma visão recente dos EUA.

'obesity' photo (c) 2008, FRED - license: http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/Um não, vários, e que indicam que os EUA estão afastando ainda mais as possibilidades de preservação ambiental, redução das desigualdades e maior bem estar. Não que não tenha outros aspectos dos mais interessantes, é claro. Só para citar dois, museus e parques florestais em seu conjunto, inigualáveis.

Bem, continuando um breve relato de algumas impressões que tive dos EUA durante recente temporada na costa leste, me atenho hoje à abundância e desperdício de comida. Supermercados gigantescos oferecendo produtos frescos, processados e também preparados para servir na hora. Sinal, é claro, que a demanda é enorme.

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O impensável se impõe: uma visão recente dos EUA.

Divido com o leitor, hoje e em alguns próximos posts, impressões que tive dos EUA durante recente temporada na costa leste, em especial, contatos com organizações envolvidas com a Nova Economia, práticas em larga escala e claramente opostas ao que se pode imaginar para um futuro viável para a humanidade e e a visão majoritária de que a economia americana reencontrou seu caminho para o crescimento e que isto, se for verdade, é o desejável.

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O Papa e o meteoro, O que diria Jesus? e Golpe contra novos rumos.

“Seria bom saber que todos os políticos eleitos usam os mesmos serviços públicos de seus eleitores.” Cristovam Buarque.

'2009 Leonid Meteor (cropped, afterglow closeup)' photo (c) 2009, Ed Sweeney - license: http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/

Em destaque.

Acordei sábado, dia 23 último, com uma bela surpresa. 3 ótimos, 2 deles divertidos, artigos no jornal O Globo, e que têm tudo a ver com a Nova Economia.

Aliás, antes que me perguntem, registro que diariamente me surpreendo com o mencionado jornal que tem uma orientação claramente conservadora e ainda por cima é monopolista. A bem da verdade, monopolista por incompetência dos antigos Correio da Manhã, Jornal do Brasil e Última Hora.

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Consumo dos 99% cresce menos que 0,5% ao ano e assim continuará por várias décadas

“Na mitologia grega, a cornucópia era representada por um vaso em forma de chifre, com uma enorme abundância de frutas e flores transbordando em torno dele. Na era moderna, a Cornucópia é representada pela mistificação da racionalidade humana e da tecnologia”. José Eustáquio Alves.

'horn of plenty cornucopia' photo (c) 2008,license: http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/Em destaque.

E não é que a ideologia do crescimento econômico começa a ser questionada na grande mídia? Por enquanto questionada sob o também correto ponto de vista de que a produtividade é declinante. Não aceita ainda a sua inviabilidade sob o ponto de vista ambiental, social e de bem estar. Mas é um marcante evento. Baseado num importante trabalho acadêmico de Robert J. Gordon “Is U.S. Economic Growth Over? Faltering Innovation Confronts the Six Headwinds”, o renomado colunista do Financial Times, Martin Wolf, publicou em 2 de outubro último o artigo “Acabou a era do crescimento?”, republicado no dia seguinte no jornal Valor Econômico, e no qual adere à tese do citado estudo.

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Em destaque

DSC_0457Passada a Rio +20 é bom voltar ao início do mês de junho e lembrar de dois acontecimentos marcantes que são a razão desta nova edição do “Em destaque”.

1) A conferência “Estratégias para uma Nova Economia” promovida pela New Economics Institute juntou por três dias cerca de 500 pessoas para debater o tema. O evento foi também transmitido em “live stream” o que agregou outro tanto, em média. O nível técnico das palestra foi empolgante. O que mais me chamou a atenção foi a mudança de enfase tornando principal a questão de como mudar. Foi um chamado para um movimento agregador das varias correntes que têm propostas similares e para o ativismo como o elemento chave para que a mudança possa ocorrer. A palestra de Bill McKibben foi, a meu ver, a que melhor expressou este aspecto e estará disponível, bem como as demais, no link acima, em breve. Um excelente resumo da conferência já está disponível no vídeo em inglês de 3 minutos com entrevistas dos principais palestrantes.

2) US 1 trilhão para missão impossível. É, o FMI, de olho na fortuna, recomenda o uso de tributação para financiar o desenvolvimento sustentável. E o que é que entende por desenvolvimento sustentável? Simplesmente, a adoção da chamada economia verde como veiculo para a perpetuação do crescimento econômico. Veja na entrevista (link com opção de texto em português) de Christine Lagarde, diretora geral do FMI. Quer dizer, a correta ideia de internalizar os custos começa a despertar o “olho gordo” de muitos, o que me leva a questionar, quem deve se apropriar dos recursos gerados por esta inevitável ocorrência? Os governos? Acho que não. Estes, são instituições do passado, sem credibilidade e dominados por interesses já estabelecidos.

Termino sugerindo que você, leitor, participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue, e que utilize preferencialmente a central de comentários para as suas críticas, sugestões e observações.

Em destaque

  1. Utilize preferencialmente a central de comentários para as suas críticas, sugestões e observações.
  2. Veja notícias e artigos relacionados à Nova Economia na coluna da esquerda.
  3. A Pesquisa da Semana é sobre o tema tratado no post e está apresentada em seguida a ele.

Acontecimentos recentes e que, me parece, merecem ser ressaltados, me levaram a publicar esta nova edição do “Em destaque”.

O principal deles é o Spring 99%. Uma série de artigos destacam a iniciativa, dentre eles o de Peter Rothberg para o The Nation intitulado The 99% Spring. Trata-se de uma impressionante coalizão de organizações, lideradas pelo MoveOn, e que, com uma clara inspiração no OWS – Occupy Wall Street, se propôs a recrutar e o treinar 100 mil pessoas para que conheçam a história da ação direta não-violenta e saibam como usá-la em ações visando denunciar o Banco da América, o Wells Fargo, a Exxon Mobil, a Chevron, a Sallie Mae e trinta outras multinacionais como principais responsáveis pela crise ao agir conscientemente em detrimento dos interesses maiores da população. O objetivo central do movimento é interferir nas reuniões anuais de acionistas de cada uma destas empresas, que na maioria dos casos ocorrem no trimestre em curso, através de protestos tanto no próprio local da reunião quanto nos arredores.

Outro fato é que este blog passa a contar até julho com uma seção na 1ª página dedicada à Rio +20. Em especial, além dos links de posts sobre o tema, vale conferir o Radar Rio +20 da Vitae Civilis.

E, finalmente, dois textos importantes e conflitantes acabam de ser divulgados. Um, o “Green Economy in a Blue World – Synthesis Reportfocado nos oceanos e desdobramento do estudo mais abrangente intitulado “Decoupling”, ambos publicados pela UNEP e que sustentam a ideia de que a economia verde permitirá o desacoplamento entre o uso de recursos materiais, em especial os fósseis, voltados para a produção de energia, e o crescimento econômico. Do outro lado, o estudo “Building a Sustainable and Desirable Economy‐in-Society‐in-Nature” elaborado por Herman Dale, Gar Alperovitz, Tim Jackson, Juliet Schor, Peter Victor e outros, que, apesar de patrocinado pela divisão de desenvolvimento sustentável da ONU e apresentado para consideração da Rio +20, mostra que não existe tal possibilidade, como, aliás, foi demonstrado em vários posts deste blog.

Parece clara a tentativa oficial da coordenação da Rio +20 de usar um hipotético potencial da chamada economia verde para defender a viabilidade do “mais do mesmo”. A ver, brevemente.

Termino sugerindo que você, leitor, participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue.

Em destaque

  1. Utilize preferencialmente a central de comentários para as suas críticas, sugestões e observações.
  2. Veja notícias e artigos relacionados à Nova Economia na coluna da esquerda.
  3. A Pesquisa da Semana é sobre o tema tratado no post e está apresentada em seguida a ele.

Um dos pais do real diz que mundo não pode voltar a crescer porque atingiu limite do planeta.

O jornal O Globo desatinou? Os tucanos perderam o rumo?

O fato é que a inviabilidade do crescimento foi a razão de dois destaques na 1ª página do jornal “O Globo” do último domingo e de duas paginas no caderno de economia da mesma edição. As duas são correlatas: uma entrevista com Lara Resende e outra com o ambientalista inglês Paul Gilding que é a principal referência de recente artigo do primeiro.

Será que os acontecimentos estão precipitando-se? Não é a toa que 3 importantes organizações, Stakeholder Forum, nef e NEI, uniram-se em torno do movimento “Transição Global 2012” propondo-se a acelerar a mudança para uma Nova Economia e tendo como objetivo imediato ampliar a sua influência na Rio +20. A ver.

Bem, vamos a esta nova edição do “Em destaque”:

  1. Temos que rever o que consideramos progresso” é o título da matéria com a entrevista de Lara Resende, que aborda tanto a questão ambiental quanto a social e a do bem estar, apesar de um certo direcionamento do jornal para o primeiro aspecto.

  2. É o fim da economia como a conhecemos“, diz Paul Gilding, que prevê a eclosão do impasse ainda nesta década.

  3. Os novos limites do possível” é o título do excelente artigo de Lara Resende publicado no Valor Econômico em 20 de janeiro último.

Termino sugerindo que você, leitor, participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue.

Em destaque

Artigos selecionados dentre os recém publicados em notícias. Use a opção ao lado para novos posts por e-mail.

  • Uma imagem vale por mil palavras. Veja o álbum fotográfico (atualizado diariamente) publicado no Washington Post sobre o movimento ‘Occupy Wall Street’ que começou com a ocupação de praça no centro de Nova Iorque.
  • Redefinindo o significado de ser o primeiro, interessante artigo publicado no Sunday Review do New York Times em inglês mostrando que nos EUA se criou uma cultura de sucesso por ser o país de maior PIB, mas que o indicador é inadequado para medir o mais importante, o bem estar e a qualidade de vida de seus habitantes.
  • José Eli da Veiga no artigo O futuro da comida analisa a questão vital do consumo de alimentos saudáveis fornecidos por uma agropecuária cada vez menos insustentável e que pode ser a base da futura marca Brasil.

Um bom feriado. O próximo post será publicado na 4ª feira, 19 de outubro. Os comentários, neste período, continuarão a ser liberados e respondidos tão logo recebidos.

Em destaque

  1. Utilize a central de comentários para as suas críticas, sugestões e observações. Mais do que bem vindos, os seus comentários ajudam a melhorar e aprofundar o conteúdo deste blog.
  2. Para ler notícias relacionadas à Nova Economia, acesse o link à direita.
  3. A Pesquisa da Semana é sobre o tema tratado no post e está apresentada em seguida a ele.

'Festa Junina' photo (c) 2008, Daniel Jaeger - license: http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/Inicio hoje uma nova seção, “Em destaque”, na forma de um post com notícias ou textos recém divulgados no site “notícias” sempre que ache que devam ter um destaque especial, com comentário e link para cada item. Isto, além do post semanal, à exceção deste. Caso você deseje receber um e-mail sempre que um novo “Em destaque” for publicado basta fornecer seu endereço na opção à direita.

Gostaria de contar com a sua contribuição, leitor, informando via “central de comentários” notícias e textos recém divulgados, que tenham relação com a Nova Economia e que lhes pareça mereçam ser divulgados e/ou ressaltados. Aproveito para lembrar que este blog está disponível para a publicação de posts de terceiros, como aliás já ocorreu.

Adio portanto por uma semana a explicação da recente reorganização do conteúdo do blog em três tópicos principais, e sub tópicos.

Vamos aos destaques de hoje:

1) O poeta Marco Lucchesi escreve uma belíssima carta a um poeta turco, “Do Mediterrâneo vieste…“, sobre falências e convulsões que agitam o berço do ocidente e do capitalismo.

2) “O ajuste vai ser pela deflação“, artigo de Carlos Thadeu publicado no último sábado (24 de setembro) permite, a meu ver, uma precisa compreensão da conjuntura econômica mundial.

3) A jornalista Deborah Berlinck teve publicada no último domingo uma importante matéria: “Nas barricadas da indignação” com o perfil de Stéphane Hessel, inspirador do movimento dos indignados que ganha força especialmente na Espanha.

4) “Compradores de tempo” é um artigo escrito pelo professor Cristovam Buarque que consegue de forma muito feliz mostrar que os atuais tomadores de decisão estão apenas tentando “empurrar com a barriga” os problemas. E o faz com argumentos bastante pertinentes ao conceito de uma Nova Economia. Aproveito para destacar um artigo anterior do autor, “Quase 200 anos“, descrevendo encontro recente com Stéphane Hessel (objeto da notícia anterior) e Edgar Morin, e um outro, “Economia colorida“, também muito pertinente às questões da Nova Economia.

Bem, espero que esta nova seção agrade.

Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue.

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