A Síria permanece como alvo dos EUA. Por que?

“A alegação de uso de armas químicas nunca foi a verdadeira razão.”

Por que a Síria?

Antes de mais nada manifesto minha solidariedade a Marco Lucchesi que no tocante artigo Paolo e a Revolução revela: “Paolo é um dos amigos a quem mais estimo e admiro. Vivo dias de angústia e trepidação. Redigi com Faustino Teixeira uma carta aberta, em árabe e português, clamando pela sua liberdade”.

Nestes e no artigo Desastre na Síria, Marco Lucchesi nos faz lembrar que acima dos interesses políticos que causam uma guerra civil fratricida estão as milhões de pessoas desabrigadas e as mais de cem mil mortes. Um resumo cronológico dos principais eventos preparado pela BBC que se inicia em outubro de 1918 e vem até os nossos dias mostra como é complexo e difícil de entender o contexto e o que está ocorrendo na Síria.

Acesse aqui o post completo.

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Aumento do poderio militar e da influência da China faz os EUA mudarem o foco para a Asia.

“Os EUA promoveram no início de 2012 a mais profunda mudança estratégica na sua política externa e de defesa desde 2002, quando … sob o impacto do atentado de 11 de setembro de 2001”, radicalizaram … “a ação americana no exterior”. Embaixador Rubens Barbosa.

'Map of Southeast Asia' photo (c) 2009, Jeff McNeill - license: http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/

Mar do Sul da China, por onde passa 33% do comércio mundial.

A escalada de conflitos na Asia.

As guerras abatem, antes de tudo e principalmente, os direitos humanos. O que já é razão suficiente para defender, lutar e preservar a paz. E a melhor forma de fazê-lo é justamente garantir, ampliar e exercer intransigentemente, em todo o mundo, a liberdade de expressão, de informação e de associação, dentre outros direitos.

As guerras, também, afetam os três grandes pilares do movimento por uma Nova Economia. Aumentam as desigualdades sociais, as perdas humanas e materiais e degradam as condições de vida das populações atingidas. A atividade produtiva converge para gerar armamentos que além de destruir, destroem-se ao serem usados, numa espécie de clímax do crescimento econômico. Além disto, os armamentos trazem uma tremenda agressão ambiental, seja por sua produção seja no seu emprego. E, se já não bastasse, e principalmente, são uma marcha à ré na busca por um melhor bem estar pelo ser humano.
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A Rio +20. É possível

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Apesar das considerações trazidas no último post apontando para as dificuldades resultantes da persistente reação dos interesses constituídos às inadiáveis mudanças, acredito que é possível que a cúpula de 2012 traga importantes e inesperados resultados.

Vale lembrar que 20 anos atrás, a conferência de então enfrentou muitas resistências. Um bom exemplo é o do presidente americano (Bush, pai) que compareceu em decisão de última hora pressionado pelo impacto negativo de sua atitude. Mesmo assim, a conferência extrapolou seus limites, produziu documentos marcantes e foi, como mencionei em post anterior (A Rio +20. Decisiva?) a origem de 2 vertentes, cada uma com inúmeros desdobramentos, uma delas desembocando agora na Rio +20.

O mesmo deve se repetir e com impacto multiplicado.

De 1992 para cá as entidades civis expandiram-se enormemente em número, força e atuação. O Greenpeace, a WWF, a Fundação Onda Azul e o Fórum Social Mundial são apenas exemplos deste fenômeno que abrange não só a causa ambiental como a social. Assim, é de se prever, que a forte ação de ONGs havida em 1992 se reproduza amplificadamente. Os sinais disto já são visíveis. Alguns exemplos:

Cerca de 150 entidades de 27 países constituíram a Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental para acompanhar os eventos preparatórios e funcionar paralelamente à conferência, denunciando o “mito da economia verde”.

A ISEEThe International Society for Ecological Economics fará sua 12ª conferência bianual de 29 de maio a 1 de junho de 2012 no Rio de Janeiro com o objetivo explícito de influenciar a Rio +20. A Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO), afiliada à ISEE promove o seu IX Encontro Nacional de 4 a 8 de outubro de 2011, preparatório para a conferência da ISEE.

O “World Symposium on Sustainable Development at Universities” e que visa refletir e trazer a contribuição de universidades de todo o mundo para a Rio +20, ocorrerá no Rio de janeiro paralelamente ao evento.

Curiosamente, apesar da tese da economia verde, como mostrei em post anterior (A economia verde. Ilusão?), não sobreviver à cúpula de 2012, mesmo com os interesses econômicos favoráveis em jogo, as duas vertentes devem voltar a convergir e é possível que a conferência, da mesma forma que em 1992, extrapole os seus limites e venha a ser o início de uma ação com efeito global produzindo um acordo climático mandatório e uma diretriz que comece a colocar a força produtiva a serviço do equilíbrio social e do bem estar, e, de passagem, resolva a parafernália de organizações e eventos que foram surgindo desde 1992.

Em algum momento a força dos fatos irá se impor. Aliás, uma versão simplificada de uma citação de Keynes expressa isto bem: “quando os fatos mudam, eu mudo de ideia. E você?” A conferência pode ser o gatilho da mudança, justificando o esforço da diplomacia brasileira pelo sucesso do evento.

Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema.

A Rio +20 já fracassou?

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Volto a tratar da Rio +20 neste e no próximo post após desvio provocado pela nova onda da “grande recessão” que, aliás, passou a ser considerada por muitos como a 2ª “grande contração” explicitando a gravidade da conjuntura econômica atual.

Antes, note que o blog tem agora uma central de comentários e que fiz também alterações visando deixar claro o “por que” uma Nova Economia é necessária, o “que é” preciso mudar para que ocorra e “como” tal mudança pode ocorrer. Em posts após este e o próximo pretendo detalhar e explicar estes tópicos.

Bem, vamos ao tema de hoje. O título do post é uma pergunta que pode parecer precipitada pois a conferência só irá ocorrer em junho do próximo ano. Mas, não, porque está centrada em uma proposta que, muitos pensam, conforme analisei no post (A economia verde. Ilusão?) nunca foi viável. Explico.

Os temas da conferência Rio+20 são:

  • A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.
  • A base institucional para o desenvolvimento sustentável.

O primeiro tema já indica a tentativa de dar uma roupagem de “economia verde” ao desenvolvimento sustentável e de incluir naquela a erradicação da pobreza. Evidentemente, isto vem da força dos interesses econômicos que tentam preservar a ideologia do crescimento econômico. Em vão, como vimos.

A razão do segundo tema, dita pela própria ONU, é superar “a proliferação de acordos ambientais multilaterais e a fragmentação de instituições para este mesmo fim”. É a burocracia lutando contra a burocracia.

Vale lembrar que o desenvolvimento sustentável propõe-se a ser um que garanta às gerações futuras os bens naturais existentes seja pela preservação seja por reposição. Como já ficou claro que isto requer, entre outras providências, a substituição da energia fóssil pelas de baixo carbono, ele evoluiu para a economia verde. Esta, além de propor a substituição das fontes energéticas, defende a tese de que ao fazê-lo e com o uso intenso de novas tecnologias haverá um descasamento cada vez maior entre a quantidade de insumos materiais e o aumento do produto, o que permite, nesta visão, crescimento econômico com preservação ambiental e maior justiça social.

Se já não bastasse, espera-se ainda na conferência, como dito, que a “economia verde” contenha os ingredientes para a erradicação da pobreza. Isto, mesmo tendo como pano de fundo a previsão populacional divulgada pela própria ONU e as recentes conclusões do painel de mudanças climáticas da mesma ONU evidenciando o acirramento da crise ambiental e social. A saber.

A ONU prevê que a população do mundo somente estabilize em 2100 alcançando cerca de 10 bilhões de pessoas, a partir das hoje 7 bilhões de pessoas e chegando a 9,3 bilhões em meados do século. O terrível é que o aumento vem de países com alta taxa de fertilidade e pobreza: 39 da africa, 9 da Asia, 6 da Oceania e 4 da América Latina.

O IPCC – Painel de Mudanças Climáticas da ONU, em sua última estimativa mostra que para conter o aumento da temperatura global à faixa de 2.0 a 2.4 graus centigrados será necessário haver uma redução até 2050 entre 50 e 85% nas emissões relativamente ao ano 2000. Neste caso o pico das emissões ocorreria no máximo até 2015. À medida que o mundo for se distanciando deste objetivo o aumento da temperatura vai se tornando mais intenso podendo no pior caso chegar um valor entre 4,9 e 6,4 graus centigrados, e com ele, mais e piores catástrofes naturais.

Em 2010, segundo a AIE o mundo emitiu 30,6 giga toneladas de CO2 o que significa um aumento de cerca de 40% em relação a 1990 e 30% em relação ao ano 2000.

Alguma esperança vem da estimativa do IPCC divulgada em junho último de que é possível alcançar em 2050, 77% de uso de fontes renováveis de energia. Isto, partindo-se de 12,9% em 2008. Mas, mostra, infelizmente, que o pior cenário possível é um aumento para apenas 15% em 2050.

Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema.

A Rio +20. Decisiva?

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2) A Pesquisa da Semana é sobre o tema tratado no post e está apresentada em seguida a ele.

A conferência de Cúpula da ONU Rio+20 realiza-se de 4 a 6 de junho de 2012. (O evento foi transferido para 20 a 22 de junho, parte do esforço do governo brasileiro de tentar garantir a presença dos chefes de estado ou de governo dos principais países. Durante a 2ª quinzena de junho ocorrerão importantes eventos paralelos, em especial os promovidos pela sociedade civil).  É +20 pois decorre da Cúpula da Terra de 1992 também realizada na cidade.

Da Cúpula da Terra participaram 172 países, 108 dos quais liderados por seus chefes de estado ou de governo. Dentre estes últimos, os mais expressivos em termos econômicos. Contou ainda com a presença de 2.400 representantes de Organizações Não Governamentais e deu voz ao Fórum das ONGs, evento paralelo do qual participaram 17.000 pessoas. Ao longo de quase duas semanas cerca de 10.000 jornalistas credenciados foram os porta-vozes da mensagem que despertou o mundo para a importância do desenvolvimento sustentável.

A Agenda 21, a declaração do Rio sobre desenvolvimento e meio ambiente, a formalização dos Princípios das Florestas, a convenção sobre mudança climática e a convenção sobre a diversidade biológica, todos, resultaram do evento.

A Cúpula da Terra influenciou decisivamente todas as conferências subsequentes da ONU relacionadas a assuntos como direitos humanos, população, desenvolvimento social, valorização da mulher e da criança e o desenvolvimento ambiental sustentável.

Dela derivaram duas vertentes, uma voltada para a questão climática e outra voltada para o desenvolvimento sustentável.

O protocolo de Kyoto, o roteiro de Bali, a conferência de Cancún e a próxima conferência em Durban, Africa do Sul, em dezembro são expressões da 1ª vertente. Em Kyoto, em 1997, pela 1ª vez firmou-se um compromisso obrigatório de redução de 5% (em relação aos níveis de 1990) das emissões por 37 países mais desenvolvidos além dos 15, na época, países membros da comunidade europeia, a iniciar-se em 2005 e com duração até 2012. Ressalto que os EUA assinaram mas até hoje não ratificaram o acordo e nada indica que venha a fazê-lo ou mesmo que venha a concordar com sua renovação, mesmo que incluídos os demais países, especialmente a China.

Note ainda que, ao contrário do acordado, os países desenvolvidos aumentaram as emissões de 1990 até 2010 em cerca de 30%, conforme a Agéncia Internacional de Energia.

A 2ª vertente, teve vários desdobramentos e desemboca, agora, na Rio +20. O plano de implementação de Johannesburg, de 2002 e o documento resultante da cúpula mundial de 2005 com a consequente criação do Conselho Econômico e Social (ECOSOC) são as suas manifestações mais importantes.

Bem, espera-se que na conferência de 2012 repita-se a presença massiva de chefes de estado e de governo e que haja uma movimentação ainda maior do que na de 1992, dada a gravidade do quadro ambiental e social. Se produzirá resultados, são “outros quinhentos”, questão a ser abordada em próximo post.

Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema.

Os pobres vão herdar a Terra

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2) A Pesquisa da Semana é sobre o tema tratado no post e está apresentada em seguida a ele.

Metáfora Guerra Preventivaphoto © 2009 Amio Cajander | more info (via: Wylio)

O post da semana passada Pobreza Extrema: apenas uma questão de renda? gerou um interesse muito grande. Em um só dia foram 152 acessos. E diversos comentários ao longo da semana. Continuo no tópico, agora com uma abordagem global.

“Hoje, 4 das 7 maiores economias são países em desenvolvimento: China, Índia, Rússia e Brasil. 30 anos de crescimento anual de 10% transformaram a China de uma economia pobre e agrária num gigante industrial e 2ª economia em tamanho do mundo”. “E nós prevemos que já na próxima geração, o Japão e a Alemanha sairão da lista e os EUA serão o único país desenvolvido a constar da lista dos 7 maiores”.

São dados apresentados no artigo “The Poor Will Inherit the Earth” de Uri Dadush e William Shaw publicado no último dia 20 no site do “The Carnegie Endowment for International Peace“. E o artigo aprofunda-se, citando que:

“Paradoxalmente, as novas potencias devem manter-se relativamente pobres. O PIB chines em torno de 2035 ultrapassará o dos EUA, mas a renda per capita será apenas a metade. A economia da Índia, a terceira então, será 3 vezes maior do que a japonesa, mas com renda per capita quatro vezes menor”.

É a visão de um mundo onde as nações pobres têm cada vez mais influência, e que reforça, sob uma outra perspectiva, o diagnóstico da necessidade de uma Nova Economia.

De um lado, a divisão internacional do poder terá que, inevitavelmente, acompanhar esta nova realidade, o que traz um enorme risco de conflitos graves, dado que, com o seu poderio militar desproporcional, dificilmente os EUA cederão espaço sem luta.

De outro, e tão preocupante quanto, os habitantes destas nações emergentes estarão ávidos pelos bens e serviços aos quais grande parte das populações dos países desenvolvidos se acostumaram. Como isto é inviável, a acomodação será ainda mais dura, pois todos terão que se mover na direção do equilíbrio econômico de forma a preservar o meio ambiente e buscar justiça social. E, junto com o equilíbrio, vem a afirmação do bem estar como valor maior a ser perseguido.

Felizmente, nesta visão, é remota a possibilidade de persistirem grandes áreas de exclusão social, devido à forte presença econômica destes que estão herdando (ou conquistando) a terra.

É uma Nova Economia que está sendo forjada, mas que não é inevitável, e que, portanto, depende da luta por ela por todos nós e desde agora.

Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue.

A Sustentabilidade do Brasil

Do Ouro a Batavo - passando pela Serra do Centrophoto © 2009 Otávio Nogueira | more info (via: Wylio)

 

A descarbonização da economia mundial é uma certeza”. Esta simples e decisiva afirmativa me parece o fio condutor do capitulo A Sustentabilidade do Brasil, escrito por Sérgio Besserman Vianna, José Eli da Veiga e Sérgio Abranches.

A velocidade com que as decisões necessárias serão tomadas no plano global e nas economias nacionais (se nos próximos 10 anos ou depois)” é decisiva, segundo os autores. Em função dela eles analisam 3 cenários globais: um, “Protecionismo e fragmentação”, outro, “Business as usual” e o último, “Descarbonização”. E ressaltam que esse último cenário só é viável no contexto de um patamar superior de governança global. No plano nacional criam 3 cenários que se desdobram do plano global: “Protecionismo”, “Business as usual”, e “Baixo Teor de Carbono”.

Além de uma detalhada descrição destes cenários o capitulo traz uma excelente descrição da catástrofe climática que embasa a visão da insustentabilidade, procurando mostrar que “a economia, na sua forma atual, aproxima-se dos limites com que o planeta pode arcar”, e apresenta um “modelo brasileiro de baixo teor de carbono” com foco em três aspectos: Energia, o desafio da Amazônia e logística pobre e insustentável.

Ocorre que, apesar de claro que tanto para o mundo quanto para o Brasil o último cenário é imperioso já para os próximos 10 anos e que o Brasil tem nele importantes vantagens comparativas, a própria afirmativa de que a questão é essencialmente política indica que o primeiro cenário já está decidido tanto para o mundo quanto para o Brasil. Os países desenvolvidos optaram claramente pelo 2º cenário mas ao fazerem tal opção isoladamente, o conjunto é levado ao 1º cenário. E o Brasil não tem tradição, força nem organização política para sair sozinho desta armadilha. Conforme citação apresentada em post anterior, somente a crise, e pelo visto quando ficar evidente e grave é que levará à mudança, e aí, no contexto mais amplo da Nova Economia.

Complemento este comentário, com uma referência a 2 trabalhos do professor José Eli da Veiga. Num, “O fundamento central da Economia Ecológica”, em conjunto com Andrei Cechin, aborda em termos teóricos a chamada economia ecológica para a qual “existe uma escala ótima além da qual o aumento físico do subsistema econômico passa a custar mais do que o benefício que pode trazer ao bem estar da humanidade”. Em outro artigo, “Pegada ecológica x “economia verde” ele mostra de forma ainda mais aguda a corrente insustentabilidade e a inviabilidade de uma solução através do chamado “crescimento verde”.

Vale mencionar que O professor José Eli mantém uma lista de e-mails, para fazer parte da qual basta inscrever-se, que usa para transmitir diariamente informações sobre os principais acontecimentos em sua área de interesse. Foi através deste informe, aliás, que tomei contato pela 1ª vez com o movimento pela Nova Economia.

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