O capitalismo, como tudo, teve início e terá fim.

“Há 4 anos, quando comecei este blog, a noção de que ambientalistas e ativistas sociais precisavam unir esforços era parte essencial da pauta. E o movimento por um Nova Economia ajudou a que isto acontecesse. Hoje, está mais do que evidente, que aqueles e também o movimento por uma Nova Economia precisam evoluir de concepções e práticas reformistas para outras, transformadoras.”

Junto com o capitalismo, o fim da civilização atual?

Começo hoje uma nova fase desta aventura que tem sido manter vivo e atuante o blog sobre a Nova Economia.

Nova fase marcada pela afirmação clara de que as razões do movimento – redução da desigualdade, preservação ambiental e maior bem estar – implicam, para serem alcançadas, na superação do capitalismo.

As teses de uma Nova Economia permanecem, é claro, válidas. O fim da tirania do crescimento econômico como objetivo em si mesmo, a redução radical da jornada de trabalho, a taxação do carbono e demais internalizações dos custos sociais e ambientais, para vingarem, precisam de um amplo movimento de massas capaz de impor tais mudanças e que levam inevitavelmente a um novo sistema econômico, político e social que, por enquanto, melhor pode ser definido como pós-capitalismo já que seu contorno é ainda fluido e, na melhor de nossas esperanças, se dará a partir de praticas realmente democráticas.

Há 4 anos, quando comecei este blog, a noção de que ambientalistas e ativistas sociais precisavam unir esforços era parte essencial da pauta. E o movimento por um Nova Economia ajudou a que isto acontecesse. Hoje, está mais do que evidente, que aqueles e também o movimento por uma Nova Economia precisam evoluir de concepções e práticas reformistas para outras, transformadoras.

Se não o fizerem estarão presos num gueto, incapazes de serem agentes concretos das indispensáveis mudanças.

Tais considerações me levam a uma renovação completa do blog. A começar pelo título onde o “pós” representa a superação do sistema atual, cuja continuidade ameaça, de morte, a civilização. Uma nova economia representa, neste contexto, a forma como venha a se dar o consequente redirecionamento da atividade produtiva.

Em consequência, a partir de hoje e durante o 1º semestre a renovação começa a ser implementada. Agora, tendo como objetivo maior do blog trazer informações e contribuir para o fortalecimento de um amplo movimento da sociedade civil em prol de uma alternativa que se imponha ao capitalismo.

Enquanto isto, deixarei de publicar posts semanais. Eles serão, neste 1º semestre, publicados sempre que puder caracterizar em mais detalhe o que vem a ser o pós-capitalismo ou surgirem notícias e textos relevantes. O próximo post, aliás, já em preparação, está apoiado num brilhante artigo em inglês de Gus Speth intitulado “Os EUA são o melhor país se o critério for estar em último lugar”.

Os comentários, neste período, continuarão a ser liberados e respondidos tão logo recebidos. E as notícias, atualizadas regularmente.

Por fim, vale mencionar que, curiosamente, comecei este blog motivado por uma palestra de Gus Speth sobre a eminente necessidade de conjunção de esforços de ambientalistas e ativistas sociais e que início esta nova fase com um incrível artigo do mesmo Gus Speth, agora clamando pela transformação (revolução).

A ver.

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18 Respostas to “O capitalismo, como tudo, teve início e terá fim.”

  1. Marcelo Says:

    Olá.
    Sugiro a você que conheça o conceito chamado Economia Baseada em Recursos e Lei Natural. É uma nova forma de pensar a economia e as relações sociais, que pode superar totalmente o paradigma atual baseado em lucro e escassez. Para uma visão aprofundada sobre o tema, indico a leitura do livro existente neste endereço eletrônico: umanovaformadepensar.com.br

    Até mais.

  2. Claudio Estevam Próspero Says:

    terça-feira, 20 de janeiro de 2015
    Como poderia ser Um Dia na Vida de uma Sociedade que evoluiu para além da Economia de Mercado Capitalista (Eficiência de Mercado – Lógica do Dinheiro – Modelo Financista)
    #Estilo_Vida, #Fator_Humanidade, #Liberdade, #Movimento_Zeitgeist, #Pos_Capitalismo, #Pós-Escassez
    http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/como-poderia-ser-um-dia-na-vida-de-uma.html

  3. Claudio Estevam Próspero Says:

    domingo, 18 de janeiro de 2015
    FUTURO: Como o enxergo – Vamos abandonar os limites de analise de possibilidades da dicotomia estéril: Economia de Mercado (‘Capitalismo’) vs. Economia de Planejamento Central (‘Comunismo’ / ‘Socialismo’)?
    #Capitalismo, #Comunismo, #Futuro, #Movimento_Zeitgeist, #Pos_Capitalismo
    http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/futuro-como-o-enxergo-vamos-abandonar.html

  4. Claudio Estevam Próspero Says:

    domingo, 18 de janeiro de 2015
    O quão próximo estamos do “Pico da Crise de Funcionalidade” (corrosão de valores, violência difusa, obsolescência das Instituições da Era Industrial, etc.) que nos FORCE à Nova Organização Econômica / Política / Social?
    #Economia_Criativa, #Governança_Democrática, #Movimento_Zeitgeist, #Ocio_Criativo, #Pos_Capitalismo
    http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/o-quao-proximo-estamos-do-pico-da-crise.html

  5. Claudio Estevam Próspero Says:

    domingo, 18 de janeiro de 2015
    Demonstração de como a EFICIÊNCIA DE MERCADO inibe e, muitas vezes, impede a EFICIÊNCIA TÉCNICA (respeito às Leis Naturais para atender as Necessidades Humanas)
    #Eficiência_Mercado, #Eficiência_Técnica, #Movimento_Zeitgeist
    http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/demonstracao-de-como-eficiencia-de.html

  6. Claudio Estevam Próspero Says:

    domingo, 18 de janeiro de 2015
    3 questões que possivelmente sintetizam a fragilidade da Economia de Mercado Capitalista, e que impossibilitariam este modelo de prosseguir indefinidamente. Você concorda com elas?
    #3-questões, #Desemprego_Tecnológico, #Movimento_Zeitgeist, #Sustentabilidade, #Violência_Estrutural
    http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/3-questoes-que-possivelmente-sintetizam.html

    • Christopher Says:

      Boa noite Cláudio.
      As questões apontadas: consumo, emprego e violência mesmo importantes não sintetizam, a meu ver o capitalismo.
      Christopher.

  7. Filipe Boechat Says:

    Saúdo a iniciativa, Christopher! E aproveito para adiantar uma observação que pode parecer tola, à primeira vista, mas que me parece muito importante (e que, afinal, não me custa nada adiantar): a caracterização em mais detalhe do que vem a ser o pós-capitalismo está intimamente relacionada à precisa caracterização do capitalismo.

    Se isso é verdade, quem sabe uma tentativa de definição do sistema capitalista, uma caracterização em tópicos do que seja o capitalismo, não fosse um bom ponto de partida para seus próximos escritos? Uma boa pergunta, me parece, seria essa: o que define essencialmente o capitalismo e o que, ao mesmo tempo, o especifica em relação aos outros modos de produção social da vida, sejam eles passados, presentes e/ou futuros?

    Uma vez estabelecida minimamente a resposta a essa pergunta, poderíamos então nos perguntar: o que vem a ser o pós-capitalismo, enquanto negação ou superação do capitalismo? E mais: no caso de admitirmos que o pós-capitalismo ainda não veio, poderíamos nos perguntar também: quais as condições concretas de sua realização?

    Não posso assegurar, mas acho que esse caminho renderia bons posts e comentários.

    Um abraço.

    • Christopher Says:

      Bom dia Filipe.
      Obviamente não quis me referir a socialismo porque as condições mudaram radicalmente deste a formulação do conceito de capitalismo, que se deu após este estar em pleno vigor. Essencial naquele contexto foi o modelo de classes sociais e seu antagonismo. Hoje, a definição de Weber nem a de Marx se aplicam mais, conforme procurei mostrar em post específico. Desabou completamente a possibilidade do socialismo, ditadura do proletariado, tendo a classe operária na vanguarda, garantindo a cada um conforme suas possibilidades, e muito menos a sua evolução para o comunismo, garantindo a cada um conforme suas necessidades.
      Tais observações não refrescam em nada a situação do atual sistema econômico que evidentemente se irradia por toda a vida social. A questão central é que o capitalismo depende de sua remuneração (taxa de juros) e para que esta não decline precisa de crescimento econômico permanente e, como tal, exponencial. E isto passou a ir contra os interesses de sobrevivência da humanidade que, diga-se de passagem, já tem os instrumento para dominar o aparelho produtivo em prol da redução da desigualdade, preservação ambiental e maior bem estar. E para tanto, as duas melhores formas são, a meu ver, a radical e continua redução da jornada de trabalho e a inclusão dos custos ambientais e sociais no custo dos produtos e serviços. As consequências são imediatas e a taxa de juros passa a declinar continuamente. Mas, o que vem por aí talvez só fique claro após a superação do capitalismo.
      Abraços,
      Christopher.

      • Filipe Boechat Says:

        Claro, Christopher. Entendi seu propósito. Mas acontece que uma rigorosa definição do capitalismo, como sugeri em minha observação, não precisa passar em momento algum pelo conceito de socialismo. Vejamos.

        Pelo seu comentário, posso ver que você define o capitalismo por um sistema social onde o que é fundamental é a manutenção da remuneração (de seus investimentos, imagino), manutenção, sobretudo, de seu aumento, simbolizado pelo aumento da “taxa de juros”.

        Pois bem: se estamos falando de taxa de “juros”, devo deduzir que o capital, para você, não faz mais do que emprestar à sociedade, através de seus “investidores”, e cobrar um pouco mais no final do processo, certo?

        Primeira pergunta: aumento tendencial da taxa de lucro = aumento tendencial da taxa de lucro?

        Você disse também que, para que a remuneração (ou a taxa de juros) não decline, faz-se necessário manter o crescimento econômico permanente e exponencialmente. Não é isso?

        Caso tenha entendido bem, acho que seria legal precisarmos o significado da expressão “crescimento econômico”. E isso para além da mera negação de sua identificação ao PIB. O que significa crescimento econômico? Aumento da riqueza, ou a simples transferência de riquezas é suficiente para caracterizá-lo? Se eu compro ações de uma empresa que promete revolucionar o mercado de blogs, por exemplo, e suas ações, em uma semana, de fato disparam, posso dizer que estou vivendo um crescimento econômico em escala pessoal? Gostaria desse esclarecimento. Não do exemplo, certamente pobre, mas da dúvida contida nele: se não produzo nada, existe crescimento econômico?

        Você disse também que “a humanidade” já tem os instrumentos para dominar o aparelho produtivo em prol da redução da desigualdade, preservação ambiental e maior bem estar. Essa notícia me anima bastante, caso se mostre verdadeira. Só não ficou claro pra mim quem é esse sujeito social a que você se referiu: “a humanidade”. Talvez valesse a pena especificá-lo ou mostrar através de que instituições ele se faz representar dessa maneira assim, digamos, tão uniforme e homogênea.

        Aliás, ainda quanto a esse ponto, fiquei curioso: mesmo admitindo existir concretamente esse personagem chamado “a humanidade”, quais seriam os instrumentos existentes hoje que garantem a ela, em conjunto, o domínio sobre a totalidade do aparelho produtivo? Você se refere à alguma corte internacional, alguma organização específica, ou a alguma ferramenta particular?

        Por fim, você antecipa que a radical e continua redução da jornada de trabalho e a inclusão dos custos ambientais e sociais no custo dos produtos e serviços seriam as melhores medidas para a negação do capitalismo. Negação, e não superação, bem entendido, porque, como você mesmo disse, a consequência dessas medidas seria o imediato e contínuo declínio da taxa de juros, ruim para o capitalismo, mas não representa em si mesmo o nascimento de nenhuma nova ordem.

        Nesse ponto, gostaria de fazer uma pergunta em dois tempos: e se os que vivem não de salários, mas do crescimento das remunerações aos seus investimentos, ficarem infelizes com essas medidas? Acho que eles tomariam algumas medidas também para evitar a queda de sua taxa de juros, você não acha? Nesse caso, o que poderiam fazer, os que vivem de salários (e não “a humanidade”), para evitar essas medidas em contrário?

        Outra coisa: admitindo sua estratégia, que pelo que entendi, teria por objetivo a superação do capitalismo e a inauguração do pós-capitalismo, como garantir que a redução da jornada de trabalho não venha acompanhada da redução dos salários, num mundo tão cheio de gente sem trabalho? E mais: repassar os custos ambientais e sociais para os produtos e serviços não seria outra forma de reduzir indiretamente os salários? Se bem entendo, é maior o valor (e o preço) de um alho orgânico porque o cultivo deste demanda mais trabalho, melhores matérias-primas, melhores instrumentos etc.. Se, ainda assim, decido produzi-lo, posso decidir também transferir os “custos ambientais e sociais” para o alho, o que significa, no fim das contas, repassá-los para o consumidor final (já que o alho, ele mesmo, não pode pagar pelos seus custos). Mas se gasto mais com alhos, menos tenho para gastar com bugalhos, certo?

        Perdoe-me a ignorância, mas essa conta não fecha. Como a diminuição dos salários direta e indireta poderia nos salvar do abismo?

        Por fim, sim, estou de acordo com você: o capitalismo nos conduz a passos largos para o abismo. Dentro dele, não vejo solução viável para os problemas globais de natureza ambiental e social contemporâneos que você vem descrevendo em seu blog. Por isso simpatizo com sua iniciativa de pensar uma alternativa para além da alternativa de uma “nova economia”. Simpatizo, ademais, porque estou nesse momento estudando o que significa capitalismo, e é sempre bom saber que existem interlocutores por aí. Mas não posso deixar de antever algumas limitações. Naturais, evidentemente. Afinal, como observou Francis Bacon, esse grande porta-voz dos primeiros passos do capitalismo, “Os homens se apegam às ciências e a determinados assuntos, ou por se acreditarem seus autores ou descobridores, ou por neles muito se terem empenhado e com eles se terem familiarizado.”

        Espero que essas dúvidas dispersas possam ajudar de alguma maneira na condução de seus trabalhos.

        Um grande abraço!

        • Christopher Says:

          Que bom debater o assunto.
          Noto em primeiro lugar que o PIB não deixa de ser utilizado porque ele é essencial ao sistema econômico. É o crescimento dele sem outras considerações que garante a adequada remuneração do capital (lucro). Some-se a ela a remuneração dos rentistas e a renda dos governos e se terá uma medida aproximada da taxa de mais-valia.
          Em segundo lugar, se existem diferentes posições no sistema econômico, a repercussão social disto ficou muito mais fluída. Não há correspondência ideológica direta entre um e outro. Por isto é difícil falar-se em classes sociais antagônicas, apesar delas (classes) existirem dentro do sistema econômico. Mal dá para falar de conflito entre assalariados e outros agentes econômicos.
          A expansão dos mercados e dos produtos é resultado desta necessidade irrefreável por manter a taxa de juros dos empreendimentos, ou mais precisamente, taxa de lucro. Se o PIB estanca no próximo período a taxa de lucro diminuí seja este usado para investimento ou consumo, já que a base sobre a qual a taxa é calculada aumenta.
          Evidentemente que não existe crescimento imaterial apesar de existirem bens imateriais. Esta aliás é uma tese que chegou a ser defendida pelos que viam no imaterial a solução para a crise ambiental.
          Falo em humanidade por duas razões. Uma, por representar a imensa maioria das pessoas com interesse objetivo na superação do sistema econômico atual. E outra, mesmo o não pouco poderoso grupo dominante não tem interesse na crise em qualquer de seus aspectos. Apesar de darem indícios que estão prontos a cometer suicídio.
          Isto não que dizer que acredito num futuro sem fortíssimos conflitos. Ao contrário.
          Continua …

        • Christopher Says:

          Continuando minhas considerações….
          Vou detalhar um pouco mais a questão do PIB estagnado e mostrar que a taxa de lucro tende a ser declinante. Adoto uma premissa de reinvestimento de 50% do lucro. Se for maior, acelera-se a tendência. Se for menor, o conflito entre capitalistas, entre outros, querendo reinvestir para se apropriar de uma parcela maior do lucro cria tensões insuportáveis para o sistema. É simples:
          C = estoque de capital produtivo = 10*L = Lucro fixo anual (hipótese: taxa = 10%)
          I = investimento anual = ,5*L (hipótese: taxa de reinvestimento = 50%)
          Estoque de capital no 20º ano = 2*C
          Taxa de lucro no início: L/C
          Taxa de lucro no 20º ano: L/2*C
          No cenário acima a acumulação de capital é constante: 5% do capital produtivo inicial. A taxa de acumulação é decrescente no mesmo ritmo da de lucro.
          Como disse antes, em qualquer cenário de PIB estagnado (mesmo que superior a zero), pode-se dizer que a taxa de lucro e a taxa de acumulação do capital produtivo tendem a declinar continuamente.
          Portanto, não há vida capitalista num mundo de PIB estagnado ou declinante. Por isto, qualquer alternativa é válida para o status quo, inclusive aumentar e por em uso material bélico. Aliás, quanto maior a destruição, melhor, pois ela não entra no PIB, já a reconstrução, sim.
          Quanto à redução contínua da jornada de trabalho, ela me parece além de evidente, inevitável. Acho que a redução de salários faz parte de um mundo que valorize o trabalho livre, não remunerado. E, a inclusão dos custos ambientais e sociais no custo dos produtos e serviços reduz ainda mais a capacidade de adquirir bens e serviços no mercado. Por outro lado, é o caminho para preservar a saúde do planeta e também aumentar nosso bem estar.
          E isto, não quer dizer que o capital ficará com uma parcela maior do “bolo”. Apenas, o “bolo” é que vai perdendo importância e relevância.
          Por fim, acho a caracterização precisa do capitalismo muito útil porém não essencial para o meu trabalho, pois tampouco procuro definir o que seja pós-capitalismo. A minha tese central é da existência, hoje, de uma economia dual à de mercado baseada no trabalho livre e que vai se expandindo relativamente.
          Assim, se você tiver interesse, o blog está aberto a contribuições que você queira fazer na direção sugerida. Mais do que isto, gostaria muito que o faça.
          Abraços,
          Christopher.

  8. Christopher Says:

    Utilize preferencialmente a central de comentários, no menu principal.


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