Consumismo, fato ou mito?

Comprasphoto © 2007 Daniel Lobo | more info (via: Wylio)

Será que os afluentes praticam o chamado “consumo desenfreado” adquirindo sem cessar o que não precisam e tendo como principal motivação o status que a posse dos bens lhe dá?

Será que uma vez que as pessoas tenham o suficiente para satisfazer suas necessidades básicas e possam sobreviver com razoável conforto, níveis maiores de consumo tendam a não representar níveis maiores de satisfação ou bem estar?

Será que consome-se não somente para sobreviver e aproveitar a vida, mas para indicar quem se é e qual a respectiva posição no mundo, o que leva a inflar o que se acha que se precisa e o que satisfará as necessidades para muito além do que é realmente necessário para viver bem?

Acredito que não. O que significa dizer que não concordo com os principais conceitos sintetizados no termo “consumismo”. E explico no próximo post.

Tal posição, é claro, não altera minha visão sobre o esgotamento do modelo de crescimento do consumo e a crise aguda que gera para as pessoas, a sociedade e o planeta, aspectos já abordados em vários posts. Sobre isto, leitor, gostaria de contar, além de seus comentários, com a sua resposta  à  pesquisa desta semana e que reflete, de fato, a dúvida de como se dará a inevitável mudança social.

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Uma resposta to “Consumismo, fato ou mito?”

  1. Christopher Says:

    Os comentários são centralizados no último post publicado.


Comentários encerrados.

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